quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Sim
sinto-me fora
longe de minha própria
mente...
Fico por horas a vagar
como se isso fosse
a única coisa a se fazer
rodo por mundo;
por mundo dou
minhas voltas.
E num vai e vem
sem nem pra quem.
Fico desorientado;
mal amado
ficando assim trancado
em um mundo só.

Corro com o vento
para assim não
enlouquecer.
Banho-me com a chuva
para assim não
morrer.

Tenho medo de mim,
mas por fim
sou um cara
que nunca
tem fim!


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