sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
28/12/2012
Então!
O que nos fez cair na cama e nos entregar ao amor?
Será que foi aquela sua mensagem cheia de saudade
ou foi aquela minha resposta cheia de amor?
Não sei...
Depois de horas e horas conversando via celular,
Decidimos nos ver.
Marcamos em meio ao tempo perto do vento!
Nem tão para lá tão pouco para cá.
Apenas no meio do caminho de nossas vidas.
Soltamos aquele Oi cheio de saudade;
- de amor guardado.
Esperávamos apenas um estopim para tudo acontecer.
E foi isso.
Meio que no exato segundo que você falou que estava
sentindo saudade, meus lábios falaram a mesma coisa.
Foi como uma conexão divinamente amorosa.
Cheias de desculpas e beijos.
Mas de tudo e com tudo;
Nós só queríamos uma oportunidade.
Uma única oportunidade juntos e sozinhos.
Então com o vento na direção.
Depois de abrir a casa apenas o amor entrou.
Todo aquele velho ódio ficou do lado de fora;
só esperando nós sairmos.
Entregamos-nos ao desejo amoroso e carnal.
Deslizava em teus seios cheio de libido.
- era tu menina
- era tu mulher
- era tu que eu sempre quis.
- era para ti que eu queria me entregar.
Sentia teu cheiro.
Teu amor.
Sentia teus lábios.
Doces lábios sabor de mel.
Um doce de beijo!
Um doce de desejo.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Jogado em meio ao tempo.
Só esperando você me chamar.
Não queria muito.
Nem mais amor;
Tão pouco diminuir.
- apenas deixar
- deixar fluir o existente
Essa era minha meta noturna!
Um desejo noturno!
Nada mais nada menos...
De tudo;
Eu só queria...
- apenas sentir prazer;
- apenas lhe dar prazer.
E foi esse o resultado.
Prazer!
Nada além do que desejado.
Mas, contudo e tudo planejado;
nada saiu como dito.
O prazer reinou,
Apenas isso, prazer!
Mas o amor...
- é, o amor.
Ele se intensificou.
De tal forma, de forma tal;
Que passou a querer-te cada vez mais.
Mais ao ponte de dizer que não vivo mais sem você.
- que ti amo.
- que preciso de você ao meu lado.
- que ainda sonho com nós dois juntos em dias de chuva.
Mas enquanto esse dia não chega, fico aqui.
Só imaginando e o amor aumentando.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Luz que me guiasse.
Que me levasse aonde nunca fui.
- luz de apoio;
- luz de amor e carinho.
Talvez você seria essa luz;
- meu guia.
E era o que eu queria.
Mas sei que não pode ser dessa vez.
Tudo bem!
- ainda tenho todo o tempo do mundo para lhe esperar.
Para dizer que ti amo.
- que ainda ti quero!
Deixo-ti livre.
Deixo-ti livre para ir.
Para ir e voltar.
Mas sei que não pode ser dessa vez.
Tudo bem!
- ainda tenho todo o tempo do mundo para lhe esperar.
Para dizer que ti amo.
- que ainda ti quero!
Deixo-ti livre.
Deixo-ti livre para ir.
Para ir e voltar.
- ou talvez nunca mais voltar.
Mas tu serás livre para escolher.
Mas tu serás livre para escolher.
domingo, 9 de dezembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Edith Piaf - Non, Je Ne Regrette Rien
Non! Rien de rien,
Non! Je ne regrette rien.
Ni le bien, qu'on m'a fait,
Ni le mal, tout ça m'est bien égal!
Non! Rien de rien,
Non! Je ne regrette rien.
C'est payé, balayé, oublié,
Je m'en fous du passé.
Avec me souvenirs,
J'ai allumé le feu,
Mes chagrins, mes plaisirs,
Je n'ai plus besoin d'eux.
Balayés les amours,
Avec leurs trémolos,
Balayés pour toujours,
Je repars à zéro.
Non! Rien de rien,
Non! Je ne regrette rien.
Ni le bien, qu'on m'a fait,
Ni le mal, tout ça m'est bien égal!
Non! Rien de rien,
Non! Je ne regrette rien.
Car ma vie, car mes joies,
Aujourd'hui, ça commence avec toi!
Non! Je ne regrette rien.
Ni le bien, qu'on m'a fait,
Ni le mal, tout ça m'est bien égal!
Non! Rien de rien,
Non! Je ne regrette rien.
C'est payé, balayé, oublié,
Je m'en fous du passé.
Avec me souvenirs,
J'ai allumé le feu,
Mes chagrins, mes plaisirs,
Je n'ai plus besoin d'eux.
Balayés les amours,
Avec leurs trémolos,
Balayés pour toujours,
Je repars à zéro.
Non! Rien de rien,
Non! Je ne regrette rien.
Ni le bien, qu'on m'a fait,
Ni le mal, tout ça m'est bien égal!
Non! Rien de rien,
Non! Je ne regrette rien.
Car ma vie, car mes joies,
Aujourd'hui, ça commence avec toi!
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
17/04/2012
3 e 15 da manhã.
Corre em nosso corpo amor.
- amantes do tempo!
Trago mais um cigarro;
Enquanto lhe vejo tentar dormir.
Ligo aquela nossa velha música de amor.
- é sempre nas madrugadas que nosso amor acontece e aflora!
Passo a te beijar suavemente em teu corpo;
Beijo tua nuca e deslizo em teus peitos.
- nosso amor em forma de prazer!
E no seguir do ritmo da musicalidade, nossos corpos começam;
a entra em sintonia de puro amor é prazer.
Sintonias amorosas e mentais.
Janelas temporais abertas para o banhar lunar.
Longas poesias corporais!
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Oi senhor Dorock, não entendo por
que você implica tanto com esse apelido, mas é justamente por isso que eu
comecei isso aqui te chamando assim, por que se tem uma coisa que eu gosto,
gosto mesmo, é de implicar com você, e não, eu não sei por que gosto, eu apenas
gosto, assim sem entender mesmo. Aposto a minha joaninha (N) que você ta rindo
aí, então ao menos isso eu consegui fazer, então já comecei bem.
Eu poderia começar isso aqui te
agradecendo por ter se esforçando tanto em me fazer ficar bem, tarefa difícil,
sei disso, poderia agradecer também teu esforço em me fazer esquecer o quanto
doía, e você foi tentando, tentando tanto que acabou conseguindo, tai uma coisa
que eu achei que não seria possível e você me fez pensar diferente. Mas eu não
teria, e nem ao menos sei como te agradecer, já te agradeci inúmeras vezes, eu
sei, mas eu também sei e você também sabe que um 'obrigada' mesmo sendo o mais
caloroso e entregue possível não é o bastante, claro que não, mas quem sabe
dito milhares de vezes não resulte em algo satisfatório, quem sabe.
Você foi como uma grande surpresa
pra mim, não se preocupe, vou te dizer o por quê. Eu me encontrava totalmente
perdida, essa palavra assusta, e assusta ainda mais quando é dita assim, de um
jeito tão certo, de um jeito tão realista, já que era assim mesmo bem desse
jeito que eu me encontrava. Durante esse episódio, no meu cantinho disfarçando
não precisar eu esperei ajuda de várias pessoas, até das que eu não mais via,
mas não da tua, te juro, essa era a última que eu poderia esperar, por ser de
um alguém que eu mal falava, mal via, mal pensava, mal conhecia... E hoje a
gente tem uma sintonia forte e ao mesmo tempo confusa, confusa por ser meio
fora da linha, forte por ser meio certa também. Coisa que a gente nunca poderia
prever, já que eu sempre fui muito guardada, guardada no meu próprio eu,
naquele meu mundo, aquele que eu me atrevi a te dizer, mesmo sabendo que você
nem mesmo alguma outra pessoa pode entendê-lo como eu, você sabe, aquele onde
eu não me sinto um ET, diferente de quando estou perto de pessoas, e quando
falo pessoas me refiro a todas, todas elas, sem exceção.
Enfim, como vai você? (EU PRECISO
SABER DA SUA VIDA... é automático, sempre lembro dessa música ao falar essa
frase, desculpe) [...] Desejo que esteja bem, mas bem da alma sabe? Que teu
interior esteja calmo, que teus olhos estejam sorrindo, igual os meus quando te
vejo chegar. Que teu coração esteja confortado assim como eu me sinto quando me
aperta em seu abraço e que seu pensamento esteja leve, por que de pesado já
basta o medo de você me soltar. Espero não ter te assustado com alguma coisa
dita, mas eu sou sentimento da cabeça aos pés, tenho o dom de assustar as
pessoas com tanto sentir. Você já havia entrado na minha vida antes, e desde
aquele tão conturbado dia você me despertou mistério, mas não me permiti te
descobrir, talvez por medo do que poderia encontrar, ou talvez por medo do que
poderia perder? Nunca soube a resposta, vai ver ela se perdeu entre tanto medo.
Assim permaneceu, mas de algum jeito você ressurgiu, bem na hora que não
poderia ressurgir, ê vida incerta! e como irônico que é, o destino veio me
contar que de imprópria essa hora se camuflou em hora certa de você voltar,
espero que o danado esteja certo.
E quem um dia iria dizer que essa
volta me traria tantos sorrisos assim? Te conhecer deu nisso, muitos sorrisos!
Sorrir sem receio de aparentar infantilidade, sorrir solto, sorrir junto com
você. Em alguns momentos eu parava, voltava pro mundo real e me punia por algo,
encontrava motivos pra não te deixar ser tão positivo assim, pra não te deixar
ser tão atrevido a invadir minha cabeça, e pior, a minha alma. Tentativas
frustradas eu diria, até quando eu silenciava algo dentro de mim gritava,
acontecia uma batalha dentro de mim, e quando isso acontecia eu apenas te
olhava, torcendo pra você não perceber. Como quem não queria nada eu te olhava
querendo tudo, como quem não sentia nada por você eu sentia tudo, e como quem
não era sua, mesmo que em segredo eu fui sua. Como é possível algo te pertencer
e você não ficar sabendo? Talvez seja injusto, mas nesse caso eu discordo, e
olha meu bem, eu não discordaria se não houvesse um motivo forte. Muitos
afirmam em letras maiúsculas que a solidão é o mal-do-século, e não é que eu discordo
delas também? Acredito que o mal-do-século seja o medo de amar! Quantas
histórias de amor foram drasticamente interrompidas, quantos beijos não
aconteceram, quantos sorrisos, quantas vidas foram separadas pelo maldito medo
de amar? O amor assusta, assusta por não poder ser pedido e muito menos implorado,
e se fosse não seria tão especial como é, se perderia entre as demais coisas
fáceis da vida. E o tal medo de amar foi o forte motivo delicadamente citado
acima, pressinto que esteja pensando que tive medo do amor, você acha mesmo que
tive medo do amor? Pois não foi isso, eu tive medo sim, mas de conjugá-lo em
minha vida, tive medo de fazer o amor se conjugar em amar. Já disse o autor
Caio Augusto Leite: “Não sejam tolos, não falta amor - falta amar.” Achei essa frase
umas das mais bem pensadas que cheguei a conhecer. Mas não adiantou, na batalha
constante entre o medo e o sentir o atrevido do sentir levou a melhor, o medo
não ficou por baixo, ele me afrontou, me fez perder o sono, me fez esconder,
mas não me impediu de sentir, de sentir esse amontoado de sentimentos quando você
me olha, não me impediu de notar os seus olhos, de notar o jeito tímido em que
você sorri, o modo como tenta esconder sua doçura, de sentir esse amor absurdo
por você. Você leu bem? Eu disse amor, não falei paixão, não falei desejo, não
falei capricho, eu falei o sentimento mais puro que existe no mundo, de um
jeito meio sem jeito eu confessei que te amo, tomara que você tenha percebido. Você
poderia me ensinar? Me ensinar a não gostar tanto assim de você, será que você
pode? Não é justo eu ter me rendido, não é justo eu ter me perdido em você. E
sabe porque é injusto? É injusto por eu não ter mais controle sobre o que
sinto, parece até que o sentimento ganhou vida própria, vê se pode, agora ele
resolveu crescer, resolveu ter controle sobre si, resolveu ir atrás de você.Texto; Larissa Suelen ( #Poxinha )
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