sábado, 21 de fevereiro de 2015

Já não sou mais aquele que ficava na mesa de um bares
sem beber, só esperando um lapso 
agora nem lá mais eu fico
apenas fico sentando
na minha velha cadeira 
comprando com desconto
olhando a janela
esperando chegar
e quando não chega
tenho a velha ajuda
de músicas de um
passado regado
ao embalo
sexual.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Poetizar não e mais meu forte

Criar mundos não sei mais

Nem amar sei que sabor tem

Fico só olhando de minha janela

O vento que de muito longe vem

Orando para que entre e se achegue

Venha para ficar e do meu lado ficar

Trazendo boas novas para um futuro bom


Ah, menino.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Tento evitar te olhar
mas você insiste
em me provocar
sendo assim
linda.

És linda menina
ainda mais
quando
sorrir.


Tento evitar acessar
seu facebook,
mas tu és linda
nestas imagens
presas aos tempo.

Ah, menina!


sexta-feira, 31 de outubro de 2014



Ah, meu caro amor
onde vossa alma pode esta
longe de nosso paraíso
construído com nosso mar
não corra para longe
doce menina
pois ainda guardo aquelas
nossas músicas que ouvimos
noites a fio
ainda tenho todos aqueles
poemas que não te escrevi
guardados em minha mente
tipo uma fotografia velha
como forma de ainda continua
a pensar constantemente em
você.
Ei menina, ainda tenho.
Nosso amor.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Sabe amor
Opa, qual amor?
Qualquer uma
que queira assim
um amor complicado
cheio de 9 ou 10 horas
que usa mais de sentidos

escritos para tentar assim demonstrar algo.
Ah, passo horas e horas a imaginar
- claro, carência nível máximo;
mas não deixo de imaginar
um amor que esteja ao meu lado.
Tudo bem se for carência, oras
todos tem isso!


( - Isso tudo foi muito dramático. )


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Guria

Sento-me no meu canto
longe daquela janela 
onde eu queria esta só
para ver o mundo passar
pois apenas daqui 
vejo o vento passar
e o sol a brilhar naquela
mangueira que teima em florir
azul ao fundo
e muitos pássaros que aqui
passam
entre assobios e buzinas
escrevo qualquer coisa
que me vem a mente
ao embalo de algo mais.

Mas em meio aos tantos
sempre me vem
aquele novo velho lembrar
que por dias me fazer
parar e ficar por minutos
a pensar
até eu retomar o “juízo”
e continuar aquilo que estava fazendo.
Ei, menina!

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Vem cá
já não sabemos bem
o que queremos
ou
sabemos?
entre duvidas
fico só a ouvir
velhos cantando hits
contemporâneas
falando de amor
ah, velhos banais
nunca mudam o roteiro
apenas o modo de cantar
e enquanto nos meus ouvidos
peco ouvindo tais banalidades
fico eu a escrever
mais e mais
banalidade que me vem a cabeça
que por sinal

sem sentido são!