Sabendo que nada sei,
Querendo o que tudo se tem.
Tendo aquilo que não tem.
Devolvendo o que sempre quis.
Escolhendo o que não lhe agrada.
terça-feira, 5 de abril de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
Sem nexo, mas que faz todo sentido.
Talvez nessa minha confusão, você tenha desistido.
Nem mesmo eu sei o que escrever, mas vou deixar-me livre,
livre para graphein o que a mente ou o caração mandar.
Depois do nosso dia , regado a álcool e água da chuva,
deixei de escrever.
- não sei se foi sua culpa, mas quero acreditar que sim.
Deixei de escrever as ilusões "palavriaticas"
...
Com esse olha felínico em minha direção, vou parar ...
- não posso mais escrever, talvez o meu livre seja até aqui..!
Nem mesmo eu sei o que escrever, mas vou deixar-me livre,
livre para graphein o que a mente ou o caração mandar.
Depois do nosso dia , regado a álcool e água da chuva,
deixei de escrever.
- não sei se foi sua culpa, mas quero acreditar que sim.
Deixei de escrever as ilusões "palavriaticas"
...
Com esse olha felínico em minha direção, vou parar ...
- não posso mais escrever, talvez o meu livre seja até aqui..!
terça-feira, 1 de março de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011

Um dia qualquer;
Uma noite qualquer.
Foi assim que você chegou.
Sem avisar;
E esse meu tolo coração, acabou se prendendo;
Ao teu sorriso, tuas palavras e aos teus belos ...
Belos olhos.
Por mais que eu não queira acreditar, você
tornou-se meu mal necessário.
Ter ver, ouvir, tocar e ...
É sim, meu mal necessário..!
Saiba que eu quis ser seu amigo;
apenas isso.
Mais hoje quero mais, ...
Quero ser ...
Talvez um qualquer namorando ou um mero amante
decadente.
Mas quero te - ter, junto aos meu braços.
Porque tu és ...
Tu és aquilo que eu não procurava.
Tu és aquilo que eu procurava.
- é tudo contraditório, mas és verdadeiro.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Vanessa da Mata - Ilegais
Desse jeito vão saber de nós dois
Dessa nossa vida
E será uma maldade veloz
Malignas línguas
Nossos corpos não conseguem ter paz
Em uma distância
Nossos olhos são dengosos demais
Que não se consolam, clamam fugazes
Olhos que se entregam, ilegais
Eu só sei que eu quero você
Pertinho de mim
Eu, quero você dentro de mim
Eu, quero você em cima de mim
Eu quero você
Desse jeito vão saber de nós dois
Dessa nossa farra
E será uma maldade voraz
Pura hipocrisia
Nossos corpos não conseguem ter paz
Nessa aventura
Nossos olhos são dengosos demais, demais
Que não se consolam, clamam fugazes
Olhos que se entregam, olhos ilegais
Eu só sei que eu quero você
Pertinho de mim
Eu, quero você dentro de mim
Eu, quero você em cima de mim
Eu quero você
Dessa nossa vida
E será uma maldade veloz
Malignas línguas
Nossos corpos não conseguem ter paz
Em uma distância
Nossos olhos são dengosos demais
Que não se consolam, clamam fugazes
Olhos que se entregam, ilegais
Eu só sei que eu quero você
Pertinho de mim
Eu, quero você dentro de mim
Eu, quero você em cima de mim
Eu quero você
Desse jeito vão saber de nós dois
Dessa nossa farra
E será uma maldade voraz
Pura hipocrisia
Nossos corpos não conseguem ter paz
Nessa aventura
Nossos olhos são dengosos demais, demais
Que não se consolam, clamam fugazes
Olhos que se entregam, olhos ilegais
Eu só sei que eu quero você
Pertinho de mim
Eu, quero você dentro de mim
Eu, quero você em cima de mim
Eu quero você
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